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Foto: Ag News

A atriz Luana Piovani foi intimada a comparecer à 42ª Delegacia de Polícia Civil do Rio de Janeiro para prestar esclarecimentos em relação a um processo contra ela movido pelo ator Kadu Moliterno. Ele acusa Luana por calúnia, difamação e injúria após declarações de Piovani em um vídeo no seu canal do YouTube afirmando que Kadu agrediu a ex-mulher a uma ex-namorada fisicamente.

No início do mês, Luana gravou um vídeo falando de machismo e violência doméstica. Entre os casos que ela citou estava o de Kadu, afirmando que o ator “bateu na esposa” e mesmo assim “continua trabalhando, fazendo novelas e posando com as novas namoradas nas revistas de celebridades”.

“Kadu Moliterno, que já foi meu par, bateu na esposa, ela foi capa da revista ‘Veja’ com a manchete: ‘Não foi a primeira vez e não soube de condenação. Continua trabalhando, fazendo novelas, posando com as novas namoradas para as revistas de celebridades”, cricitou Luana.

Kadu divulgou nota lamentando a atitude Luana, classificando-a de “desprovida de legitimidade’. “Lamento profundamente a atitude de minha colega, totalmente desnecessária e desprovida de legitimidade, trazer um assunto acontecido há 12 anos atrás e resolvido nos termos legais é passível de processo. Tenho com minha família, uma relação de amor e amizade. Atualmente estou casado com uma mulher maravilhosa, cercado de paz, amor cumplicidade e respeito! Estou muito triste, pois essa inconsequência atingiu toda minha família, esposa e amigos!”, disse o ator, atualmente casado com Cristianne Rodriguez.

O advogado de Kadu, Jonas Tadeu Nunes, esclarece que ele move três ações contra Luana. “Outro fato é que ela extrapolou pois poderia até ter falado do Kadu que não teria nenhum problema. Ela poderia ter falado: ‘Conforme já saiu nas revistas, existe esse fato aqui do Kadu com a ex-mulher e etc…’. Ela poderia até ter falado, mas no momento que ela fala: ‘Ele continua por aí, trabalhando, fazendo novelas, posando com as namoradas nas revistas de celebridades, viajando para o Caribe e tal…’, isso se chama ‘Plus’. Ela fez um plus subjetivo indagando a sociedade que ele não deveria estar trabalhando e que deveria estar segregado e repudiado pela sociedade. Então ele não deveria estar trabalhando? Não deveria estar fazendo novelas? Deveria estar segregado, repudiado pela sociedade? Isso caracteriza um plus para difamação e injúria e é passível de processo criminal conforme está sendo feito e de reparação cível conforme também já foi feito”, afirma.