A operação “lava jato” investiga o pagamento de propinas em cinco contratos do Banco do Brasil de fornecimento de softwares e serviços de informática, que somados ultrapassam os R$ 150 milhões.

Documentos obtidos pela Polícia Federal, em Curitiba, indicam que uma “empresa de fachada”, acusada de corrupção e lavagem de dinheiro na Petrobras, recebeu percentuais de até 10% nos negócios com o banco, fechados entre 2008 e 2010, como “comissão”.