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Em tempos de alerta nacional e internacional, com potenciais terroristas presos no Brasil, um executivo do setor de comunicação fez teste involuntário de segurança de aeroportos nos dias 21 e 22 de julho em Minas Gerais.

Sem saber que havia esquecido na mala uma réplica de pistola 9 milímetros, ele passou sem ser parado no pórtico antimetal de revista dos embarques dos aeroportos de Confins, em Belo Horizonte, na quinta; e no de Montes Claros, na sexta, de volta à capital.

A pistola de pressão para caça, com componentes de metais, estava guardada num compartimento secreto da bagagem, que passou pelos scanners dos dois aeroportos. O objeto não foi detectado pelos funcionários da revista.

O empresário embarcou nos voos da Azul – nº 5080, BH-Montes Claros, dia 21 às 15h35; e voltou no voo 5029 da mesma companhia, que decolou às 6h40 do dia seguinte rumo à capital mineira. A pistola de pressão viajou o tempo todo como bagagem de mão, dentro das aeronaves, e o passageiro só se deu conta do objeto quando chegou em casa para retirar as roupas da mala.  (Leandro Mazzini – Coluna Esplanada)