O presidente eleito, Jair Bolsonaro, do PSL, usou sua conta no Twitter para informar que pretende doar a sobra do dinheiro arrecadado com doações individuais para a Santa Casa de Misericórdia Juiz de Fora, onde foi socorrido quando recebeu uma facada durante ato de campanha nesse município na Zona da Mata mineira.
“Nossa campanha custou cerca de R$1,5 milhão, menos que a metade do que foi arrecadado com doações individuais. Pretendo doar o restante para a Santa Casa de Juiz de Fora, onde nasci novamente. Acredito que aqueles que em mim confiaram estarão de acordo. Muito obrigado a todos!”, escreveu Bolsonaro em sua rede social.
Porém, a Resolução nº 23.546 do Tribunal Superior Eleitoral  impede que o dinheiro seja doado. A sobra precisa ser enviada ao partido e a prestação de contas entregue ao tribunal eleitoral.
“No caso de candidatos a presidente e a vice-presidente da República, esses recursos devem ser transferidos para o órgão diretivo nacional do partido, o qual será o responsável exclusivo pela identificação desses recursos, sua utilização, contabilização e respectiva prestação de contas no TSE”, diz um trecho da resolução.
A campanha do presidente eleito arracadou, por meio da chamada “vaquinha vitual”, em torno de R$ 3,5 milhões. O restante, aproximadamente R$ 2 milhões, poderão ser doados pelo presidente eleito.
Bolsonaro foi encaminhado à Santa Casa de Juiz de Fora logo depois de ser esfaqueado durante ato de campanha naquele município. O então candidato à Presidência passou por cirurgia de urgência. Na ocasião, médicos da instituição informaram que Bolsonaro corria risco de morrer. (Redação/Eleições2018)

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