Acesso da BR 402 em Bacabeira/Foto: CW – Diário de Rosário

Diário de Rosário

Pode até não parecer, mais a imagem retrata o mais recente aspecto para quem chega ao município de Bacabeira pela BR 402, sentido decrescente a BR 135. No meio da cidade uma muralha sufocante, foi erguida, construída dentro de um projeto de engenharia considerado pelos moradores da pequena cidade, distante 50 km de São Luís, como: Maldosa.

O município foi recentemente “partido ao meio” para oferecer maior mobilidade ao trafego de veículos leves e pesados que cortam o pequeno vilarejo diariamente.

O novo projeto que se arrasta a cerca de 5 anos, e atende a ampliação e duplicação da BR 135, bancada pelo governo federal, ainda no governo Dilma Rousseff e sucedido pelo governo Michel Temer; benefícios que levou Bacabeira a uma divisão de território incomodando milhares pessoas que estão inconformados com a situação.

O viaduto que separa hoje Bacabeira foi baseado no projeto falido da antiga Refinaria Premium I, apresentado pelo governo Federal, que tinha como líder o ex-presidente Lula e o governo do Estado, no cargo, os membros da família Sarney.

Sem o grande trafego de veículos em tempo contemporâneo, o viaduto que prejudica hoje Bacabeira, se tornaria inviável para os dias atuais.

Em uma evento protagonizada pela família Gonçalo, em Bacabeira, que contou com a participação do Ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Mauricio Quintella e do vice governado do Estado, Carlos Brandão, o prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo (PCdoB), marido da prefeita de Bacabeira, Fernanda Gonçalo (PMN), usou em seu discurso animador que havia conversado e acertado com o Ministro dos Transportes rever o projeto.

O prefeito Hilton Gonçalo ainda destacou que Mauricio Quintella, estava pronto a atender a solicitação e rever a retirada da muralha do viaduto que separaria o município. Mais pasmem, nada aconteceu!.

Além da visão e a estética prejudicada por conta do viaduto, um dos problemas sentido de imediato, é as festividades de aniversário da cidade. Os pedestres e condutores não conseguem assimilar a festividade de aniversário, que acontece do outro lado do muro.

Outro problema se resume na precisão dos moradores na travessia para usar benefícios que existem apenas do outro lado da cidade, como: praça, posto de saúde, prefeitura e escolas.

Anteriormente a dificuldade era apena atravessar a rodovia de mão unica, hoje além disso, é necessário enfrentar a distancia e o risco na confusão do transito por conta do empreendimento.

Ao mesmo tempo sofrem visitantes e passageiros, que chegam da cidade de Rosário, região do munim e lençóis maranhense, tendo em vista que a pequena Bacabeira, serve também de um verdadeiro entrocamento para vários municípios do Maranhão.