As ações são monitoradas por assistentes sociais e acontecem em horários em que o público atendido está fora da sala de aula

Cely Oliveira

Retirar crianças e adolescentes do risco de desenvolverem trabalhos e estarem expostos a situações caracterizadas como perigosas, penosas, insalubres e degradantes. Este é um dos principais objetivos do Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de Rosário, desenvolvido pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social. As atividades são desenvolvidas na sede da Semas, localizada à Rua Coronel Augusto Rocha, nº 2964, Centro.

O projeto foi iniciado ainda na primeira gestão da prefeita Irlahi Moraes (PMDB) e, desde então, vem desenvolvendo ações junto às crianças e adolescentes, com foco no resgate de suas habilidades e potencialidades, por meio de atividades culturais, lúdicas, esportivas, apoio pedagógico e inclusão social.

Queremos, com este projeto, estimular e orientar nossas crianças e jovens na construção e reconstrução de suas histórias e vivências individuais e coletivas na família e na sociedade — explica Irlahi Moraes.

O Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos atende crianças e adolescentes cadastrados no Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil (PETI), bem como as que são encaminhadas ao Projeto pelos profissionais da área de Psicologia e Educação Especial.

Esses jovens também podem chegar ao Centro por terem sido encaminhados Conselho Tutelar e Vara da Infância e Juventude — conta o secretário municipal de Assistência Social, Ulcilas Batista de Carvalho.

Desde que iniciou as atividades, o Projeto tem atendido uma média de 80 crianças e adolescentes, separados em duas turmas. Na Semas participam de atividades como, palestras, oficinas e encontros, “sempre trabalhando temáticas que envolvam o público-alvo”, revela o assistente social Joicilan Silva Melo, coordenador do Projeto.

Segundo ele, a ideia é possibilitar o acesso, a permanência e o bom desempenho de crianças e adolescentes na escola, bem como fomentar e incentivar a ampliação do universo de conhecimentos da criança e do adolescente.

Daí desenvolvermos uma gama de atividades lúdicas, culturais, esportivas, artísticas como forma de expressão, interação, aprendizagem, sociabilidade e proteção social — destaca.

Outro público incluído no Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos são os que possuem necessidades especiais.

Temos que garantir as aquisições necessárias ao desenvolvimento dessas crianças e adolescentes, como também sua permanência no âmbito escolar — justifica Ulcilas Batista de Carvalho.

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