O pode executivo por meio do prefeito do município de Estreito, Cícero Neco — “Cicinho”, enviou a Câmara de vereadores um oficio datado do ultimo dia 19/10 dando conhecimento aos edis do poder legislativo a desativação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) – 24h construída no município.

De acordo com os levantamento a Unidade Hospitalar precisaria/despesa de cerca de 400 mil, para entrar em pleno funcionamento. O prefeito Cícero Neco — “Cicinho” alega que não dispõe de apoio do governo federal, tampouco do governo Flávio Dino (PCdoB).

Cicinho reclama, ainda, “falta de decisão” para a habilitação da unidade “junto ao Governo Estadual”.

Todos os procedimentos legais exigidos para habilitar nossa UPA junto ao Governo Estadual foram rigorosamente cumpridos em tempo hábil e, até a data de hoje por falta de decisão do órgão responsável, não obtivemos a devida homologação de funcionamento, fator preponderante ao recebimento de recursos que contribuem, parcialmente, com o total dispendido pelo Município — destacou.

SES

Em nota, a Secretaria de Saúde do Estado informou que a implantação da UPA de Estreito foi garantida por meio de recursos federais, em acordo direto entre o Ministério da Saúde e a Prefeitura. “A SES comunica que a homologação do funcionamento da unidade cabe ao Ministério da Saúde, que também garante o recurso de custeio” disse a nota, lavando as mãos.