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Levantamento feito no Sistema de Informação Banco do Brasil (SISBB) mostra que, somente em janeiro de 2017, as prefeituras do Maranhão receberam o total de R$ 587.587.374,22 (quinhentos e oitenta e sete milhões, quinhentos e oitenta e sete mil, trezentos e setenta e quatro reais e vinte e dois centavos) em recursos do governo federal.

Segundo apurado, as prefeituras de São Luís e Imperatriz, comandadas, respectivamente, por Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e Assis Ramos (PMDB), receberam a maior quantia. Somente a capital recebeu R$ 98.096.283,71 (noventa e oito milhões, noventa e seis mil, duzentos e oitenta e três reais e setenta e um centavos). Já a Princesa do Sertão Maranhense recebeu R$ 25.818.173,91 (vinte e cinco milhões, oitocentos e dezoito mil, cento e setenta e três reais e noventa e um centavos.

Logo abaixo vem as prefeituras de Santa Rita e de Bacabeira, respectivamente comandada pelo comunista, Hilton Gonçalo (PCdoB), marido de Fernanda Gonçalo. As duas prefeituras deixa Hilton com o bolso forrado somando um total no primeiro mês de quase 7 milhões de reais.

Os recursos são referentes ao FPM (Fundo de Participação dos Municípios), FEP (Fundo Especial do Petróleo), FUS (Fundo Saúde), Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), ITR (Imposto Territorial Rural), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), Royalties, Simples Nacional e IPI.

Em sua curta trajetória em 2017, a prefeita de Bacabeira, Fernanda Gonçalo vem realizando serviços duvidosos que desafiam o Ministério Público e a lei de responsabilidade fiscal.

Entre a falta de respeito e organização com a gestão pública está um programa chamado aleatoriamente de “Nossa Casa”, onde aliados políticos escolhem a dedo os contemplados, sem cadastro, registro ou algum tipo de comprovação, tudo sem licitação e muito menos transparência para a construtora que irá construir as casas do suposto programa.

“Nossa Casa” é um programa estampado como recurso próprios, como mostra a imagem abaixo.

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Na saúde, com postos de saúde funcionado deixado pelo ex-gestor, Hilton Gonçalo não pode declarar estado de emergência na saúde; mais sem receio, remédios foram adquiridos sem licitação.

Um fato curioso chamou a atenção, declarado pelo próprio secretário de saúde de Bacabeira, Jefferson Calvet, que chegou a anunciar uma licitação para a compra de remédios no dia 10 de janeiro em sua rede social, e no dia 11 de janeiro uma nova publicação mostrava os remédios já chegando em Bacabeira, uma licitação a jato, a mais rápida dos últimos anos. Gestão e respeito com dinheiro publico parece não ser o forte dos Gonçalos.

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Em Santa Rita, com tanto dinheiro em caixa, Hilton Gonçalo, decretou estado de emergência na saúde. Estado de emergência permite com que o gestor contrate empresa sem licitação a preços desconhecidos. Precisava mesmo? ou seria uma forma de retribuir doadores de campanha que agiram nas eleições de 2016? fica a pergunta.

Diante do desrespeito com a verba publica e com as leis eleitorais em campanha de 2016, corre no TRE um processo, que está a beira de uma decisão judicial. Mais isso é assunto da próxima matéria.

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