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Os voos panorâmicos feitos em um helicóptero que caiu na tarde deste domingo (22) em Capitólio, na região Centro-Oeste mineira, eram oferecidos de forma ilegal, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A aeronave estava registrada como privada, sendo que, para este tipo de sobrevoo, é preciso um equipamento registrado para táxi aéreo.

Apesar da atividade fim do helicóptero modelo Robinson R44, prefixo PP-MAM, não ser a prevista no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a documentação da aeronave estava em conformidade, ainda de acordo com o órgão. “A aeronave acidentada neste domingo estava registrada como privada, logo não poderia ofertar serviço de voos panorâmicos. Sobre o piloto, informamos que ele estava devidamente habilitado para operar a aeronave”, dizia a nota divulgada.

Apesar disso, no dia do acidente o Corpo de Bombeiros de Piumhi afirmou que quatro pessoas estavam a bordo da aeronave “que era usada no transporte de turistas em voos panorâmicos pela região”. Em um vídeo que mostra o momento do acidente é possível ver testemunhas assustadas com a baixa altitude, antes mesmo da queda, e funcionários da empresa WSFLY correndo assustados após a tragédia.

Ainda conforme a Anac,  a modalidade do voo praticado na hora do acidente só será confirmada após conclusão do relatório de acidente aéreo expedido pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), do Comando da Aeronáutica. (Por Jose Victor)

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