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A despedida de familiares e amigos ao ex-treinador de times como Atlético, América, Cruzeiro, além da seleção brasileira, Carlos Alberto Silva, aconteceu no fim da manhã deste sábado. Ele foi enterrado no Cemitério Parque da Colina, em Belo Horizonte, por volta das 11h. Aos 77 anos, ele deixa a esposa Elda Maria Silva, três filhos e quatro netos.

O ex-jogador e técnico Procópio Cardoso Neto, que atuou em equipes como Atlético, Cruzeiro, Fluminense, Palmeiras e seleção brasileira, foi se despedir do amigo. “Ele treinou os melhores times do país, tem um currículo inigualável”, diz. Ele conta que sempre se encontrava com Silva nas premiações do setor.

O dirigente do Guarani de Campinas, Artur Eugênio Mathias, ressaltou que o Carlos Alberto é o maior ídolo da torcida. ” O Guarani é o único clube do Brasil em que ídolo não é um jogador, mas um treinador. A partir do título de 78, ele ficou imortalizado na história do time”, diz.

Ele lembra que o treinador, em 1979, fez com que o Guarani ocupasse o terceiro lugar na Libertadores. “Todas as passagens dele pelo Guarani foram muito positivas. Em 94, ele lançou o Luizão e o Amoroso. O Carlos Alberto foi o melhor treinador de todo os tempos da história do Guarani”, frisa.

Para o ex- jogador do Cruzeiro e da seleção, Wilson Piazza, Carlos Alberto ultrapassou os limites de terras mineiras. “Um feito extraordinário foi ele ter sido campeão brasileiro pelo Guarani. Ele é merecedor de todas as homenagens”, diz.

O ex-jogador do Atlético e hoje deputado estadual João Leite (PSDB), conta que esteve há duas semanas com Carlos Alberto Silva relembrando os velhos tempos. “Ele lembrou das escalações que ele fazia”, diz. Para ele, Silva deixou um legado para o futebol brasileiro.

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