Bola durante o julgamento de Eliza Samúdio / Foto:Cristiano Trad / Por Pedro Ferreira
Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, já cumpre pena de 22 anos de prisão pelo assassinato de Eliza Samúdio e vai continuar na prisão

Depois de dois dias no banco nos réus, terminou no final da tarde desta quinta-feira (11) o julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que pegou 16 anos de prisão, em regime fechado, pelo assassinato do motorista Devanir Claudiano Alves.
A vítima estaria tendo um caso com a esposa do comerciante Antônio Osvaldo Bicalho, que também foi mandado ao banco dos réus, junto com Bola, como mandante do crime, e  pegou 14 anos de prisão.
O homicídio foi em 2009, no bairro Juliana, na região Norte de Belo Horizonte. Os dois condenados tiveram o direito de recorrer da sentença em liberdade, mas Bola permanecerá preso por já cumprir pena de 22 anos de prisão pela morte da Eliza Samúdio.
O julgamento dos dois começou ontem às 12h, no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, e foi interrompido às 18h30. A juíza Myrna Fabiana Monteiro Souto determinou que os jurados fossem levados para um hotel, para garantir que ficassem incomunicáveis.
Hoje, a sessão do júri foi retomada às 9h30 e a sentença foi anunciada às 17h30. O advogado de defesa de Bola, Ércio Quaresma, já adiantou que vai recorrer da sentença.
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