Após a morte do artista e mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, o Moa do Katendê, em Salvador, o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) foi questionado sobre os atos de violência cometidos usando seu nome e disse que os episódios são “casos isolados” que ele “não tem como controlar”. O capoeirista foi morto por um homem depois de uma briga por conta de Bolsonaro. Ele saiu do bar onde discutiu, voltou para casa, pegou uma faca e voltou para atacar Moa.
“Como o senhor vê esses atos de violência que têm sido cometidos com o nome do senhor, em apoio ao senhor?”, quis saber um jornalista, em vídeo publicado pelo Uol. Bolsonaro primeiro diz que a pergunta deveria ser invertida.
“Quem levou a facada fui eu, pô. O cara lá que tem uma camisa minha e comete um excesso, o que é que eu tenho a ver com isso?”, questiona. “Eu lamento. Peço ao pessoal que não pratique isso, mas eu não tenho controle sobre milhões e milhões de pessoas que me apoiam”, disse
Ele afirmou ainda que a intolerância vem do outro lado da disputa. “Eu sou a prova, graças a Deus, viva disso daí”, comentou, em nova menção à tentativa de homicídio que sofreu em Juiz de Fora, em setembro, quando foi atingido por uma facada durante uma caminhada de campanha.

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